A história do Engarrafamento Pitú


Fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes na cidade de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco, inicialmente a empresa trabalhava com a fabricação de vinagre, bebidas à base de maracujá e jenipapo, além de engarrafar aguardente de cana fornecida por engenhos locais.

Naquela época, mal sabiam eles que a cachaça seria o sucesso da marca, e uma das bebidas mais consumidas pelos brasileiros. Com ritmo de crescimento acelerado, em 1945 a empresa comprou o engenho Arandú do Coito, depois denominado de Engenho Pitú, passou a produzir sua própria aguardente de cana em destilaria, e industrializou seu engarrafamento com a aquisição de máquinas importadas. Foi nesta época que a empresa recebeu o nome de Indústria de Aguardente Pitú, uma referência ao nome do Engenho e aos “pitús”, crustáceos de água doce muito apreciados, que existiam em abundância nos mananciais que banhavam o engenho.

(Foto: Pierre Verger, 1947)
                                                         (Foto de Pierre Verger, 1947) 

O primeiro rótulo da marca, “Pitú – Melhor que Todas” foi criado por um amigo dos fundadores, o artista plástico pernambucano e apreciador de cachaça Henrique de Holanda Cavalcanti. Entre as décadas de 1950 e 1970, a Pitú se consolidou como marca, quando a empresa expandiu sua produção no negócio de bebidas, levando a empresa a ganhar o mercado nacional. E no início 1970, ela iniciou sua divulgação e comercialização no exterior, começando pela Alemanha como parceiro com visão de negócio estratégico que levou a Pitú para toda Europa.

Com a expansão da marca, a Pitú viu a necessidade de adquirir novos equipamentos, ampliar a infraestrutura e, em 1974, inaugurou suas novas instalações às margens da BR-232, em Vitória de Santo Antão, endereço atual. Sempre Inovadora, no final de 1980, a Pitú foi a primeira empresa a lançar aguardente envasada em recipiente metálico, a Pitú em latinha. Na década de 1990 a Pitú encerrou sua atividade de destilaria e focou no negócio Comercialização da Cachaça. Para garantir a qualidade do produto, criou um programa de acompanhamento da qualidade, favorecendo o aprimoramento tecnológico e a profissionalização de pessoas nas unidades fornecedoras.

Seguindo a linha de desenvolvimento e pioneirismo, a marca lançou a garrafa de vidro de 1 litro, diversificando ainda mais as embalagens do mercado. Em 1998, lançou novas bebidas no mercado: a Pitú Gold – cachaça envelhecida em barris de carvalho; a Pitú Cola - bebida à base de aguardente de cana e extrato a base de cola, gaseificada e com teor alcoólico de 5% vol.; o Vinho Do Frei - vinho tinto de mesa e suave, com teor alcoólico em 10,5% vol.; e oVinho tinto composto com catuaba - Catuaba Gavião - bebida à base de vinho tinto e extratos vegetais de catuaba, com teor alcoólico em 17% vol. Já em 2005 lançou a Pitú Limão - uma bebida composta de aguardente de cana, açúcar, água, aroma natural de limão com teor alcoólico de 20% vol e em 2007, a Vodka Bolvana. 

Para ampliar a visibilidade, neste mesmo ano a Pitú fechou parceria com lojas Dufry localizadas em aeroportos nacionais. Comemorando os 75 anos, a Pitú lançou sua bebida mais premium, a Vitoriosa.

CONHEÇA MAIS UM POUCO DA PITÚ:

Comentários